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Cresce uso corporativo do Pix

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Cresce uso corporativo do Pix

O aumento em março, mês recordista da área, segundo o BC, foi de 21% neste segmento, contra 14,5% no chamado P2P, que representa as transações realizadas entre pessoas físicas

Mesmo sujeito a taxas de até 1,45% por operação realizada, o sistema implantado pelo Banco Central em novembro de 2020 já está merecendo a preferência também das empresas Brasil afora, tanto nas transferências de para outros CNPJs, quanto naquelas envolvendo CPFs, igualmente nas duas direções.

Hoje em segundo lugar no gosto da população, perdendo apenas para o cartão de crédito, recordista absoluto quando o assunto é meio de pagamento em nosso país, o Pix aos poucos vai conquistando a confiança dos usuários, inclusive os empresariais, após o pico de fraudes e roubo de chaves, que chegaram a inibir o ímpeto de sua decolagem.

Sob o aspecto qualitativo, pesquisa realizada em abril pela fintech Trigg dá uma boa pista sobre o principal motivo que ainda faz o Pix perder para os cartões de crédito (21% x 69%): a mudança verificada na forma de o consumidor brasileiro utilizar o chamado dinheiro de plástico.

Ao invés de ser retirado do bolso com pompa em restaurantes e demais templos do consumo e lazer, ele hoje se presta, em proporção bem maior, em pagar contas nos caixas de supermercados, farmácias e mercearias, o que justifica sua sobrevida e até mesmo um bom futuro presumível pela frente.

Já o cartão de débito, em outro sinal flagrante dos tempos atuais, amarga a lanterna nesse ranking, com tímidos 2%, garantidos pelos poucos que ainda o utilizam para substituir o hoje quase histórico pagamento em cash.

Fonte: Monitor Mercantil

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