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Quando foi a última fila de banco que você pegou?

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Quando foi a última fila de banco que você pegou?

A dificuldade que boa parte de nós certamente encontra ao tentar responder rapidamente a tal pergunta é o grande trunfo dos bancos digitais, em sua meteórica escalada no Brasil  

Cartões de assinatura pautados que amarelam com o tempo, saques na boca do caixa e até aquele cafezinho na gerência tendem a ser experiências que as gerações mais novas jamais experimentarão. Quem já experimentou, possivelmente não deve sentir saudades.

Nada contra os profissionais cada vez mais capacitados que passaram a ocupar os diversos cargos das agências bancárias, hoje em maior número presentes no atendimento remoto, via chat, telefone, portais e e-mails.

A questão está na falta de tempo generalizada que a vida moderna acabou impondo, sobretudo nas grandes cidades, compondo com isso um ambiente extremamente fértil à disseminação dos bancos digitais.

Na esteira das fintechs, a forma igualmente revolucionária de lidar com a histórica necessidade humana de ter a quem confiar a guarda e movimentação dos seus recursos financeiros, vem fazendo dessa nova geração de instituições financeiras um must no dia a dia de empresas e pessoas físicas.

Até mesmo os chamados "bancões", que nos acompanham desde o inesquecível primeiro salário, não raro recebido numa agência do Centro Velho de São Paulo, mobiliada com peças tão seculares quanto a arquitetura daqueles prédios, vários deles hoje tombados pelo patrimônio histórico.

Lembranças românticas à parte, os tempos realmente são outros, e agora o correntista busca mesmo é agilidade, e a mínima burocracia possível, desde a abertura da conta até suas movimentações diárias, esteja ele onde estiver, e na hora em que bem entender.

A materialização de desejos assim, nestes tempos de Open Banking e Pix, dentre outros avanços, é obra do onboarding digital.

Atendem por este nome ferramentas tecnológicas - dentre as quais a Inteligência Artificial ocupa lugar de destaque -, capazes de conciliar praticidade e segurança, uma relação nem sempre possível no mundo analógico, onde esperar a checagem visual de um crachá na entrada de um evento, ou se o visitante ao morador de um condomínio pode ou não subir, são considerados males necessários, em nome da prevenção de invasões, furtos e assaltos.

Nos bancos digitais, uma foto mandada pelo smartphone, digitais escaneadas e até a localização do correntista detectada por GPS, substituem uma série de operações antes indispensáveis para garantir a integridade das informações.

No último item, viabilizando até mesmo ações de fidelização, baseadas nos hábitos do cliente, percepção igualmente capaz de detectar operações suspeitas de terem sido tentadas em meio a ações criminosas.

Tudo isso é tão gritante que até mesmo as instituições financeiras nascidas bem antes das fintechs têm apressado o passo para também colocar no mercado sua faceta digital.

Essa movimentação em busca da modernidade e suas vantagens, a esta altura difíceis de negar, tem contribuído para remover objeções que alguns correntistas eventualmente ainda poderiam fazer, quanto à confiabilidade do verdadeiro mundo invisível que existe hoje por trás de teclas, fones e câmeras, tudo isso tão digital quanto o DNA desses novos bancos.

E você? Já se lembrou quando pegou uma fila de banco pela última vez? Fique tranquilo, poucos de nós ainda deve ter algo assim tão antigo na memória. 

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