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Negócios inteligentes já vislumbram início da recuperação

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Negócios inteligentes já vislumbram início da recuperação

Este 'Q.I.' corporativo, digamos, tem se caracterizado pela combinação entre a própria competência das gestões e a Inteligência Artificial nelas embarcada 

Se trabalhar bem e mais rápido, reduzindo ao máximo a margem de erros sempre foi bom, o que dizer em momentos como o atual, frente a uma gigantesca crise sanitário e econômica que pegou em cheio, até mesmo, negócios que mal haviam saído da quebradeira de 2014?

Pois são estes os atributos há muito conhecidos pelas organizações que primam em dar o melhor de si naquilo que fazem, uma meta cada dia mais relacionada aos investimentos em tecnologia, notadamente no campo da Inteligência Artificial, ainda mais quando pensamos na área de crédito.

Em termos gerais, são muitas as pesquisas realizadas por consultorias corroborando o alcance de recursos embasados em Big Data, por exemplo, para o êxito das mais diversas modalidades de negócios.

Uma delas, promovida recentemente pela global Morning Consult, ouviu de mais de 40% dos profissionais de TI entrevistados, a informação de que ferramentas de IA foram implantadas no último ano, primordialmente visando manter a lucratividade frente à queda de vendas causada pela pandemia de COVID-19.

Também focado na Inteligência Artificial foi o estudo da americana Mckinsey & Company, segundo o qual, 70% dos executivos consultados atribuem projetos do gênero por parte expressiva do incremento do EBIT, índice que mede a reputação das lojas virtuais, tendo-se em vista o encantamento do consumidor.

O trabalho remoto, sem que a distância física prejudicasse a comunicação e outros aspectos imprescindíveis para o sucesso empresarial, também tem ajudado a potencializar os benefícios sobejamente conhecidos da IA.

Neste caso, para o desenvolvimento de soluções inovadoras, capazes de manter em bom nível o engajamento e a performance das equipes, em todos os níveis, mesmo com o pessoal agora indo bem menos às empresas.

Esse cenário todo, repleto de possibilidades, não pode ser confundido com a ausência de barreiras a serem superadas, haja vista a dificuldade de muitas empresas na hora de definir o que seria útil e relevante automatizar; e a própria adequação da cultura organizacional com os novos tempos, inclusive no tocante a protocolos éticos e legais.

Numa análise mais ampla da evolução da IA, todavia, o segmento parece repetir os passos da própria digitalização do mundo corporativo nas últimas décadas, que no início parecia ser algo para poucos; depois, se transformou em pré-requisito; e até hoje não para de crescer e evoluir em todo o mundo. 

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