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Entidades setoriais intensificam papel orientador sobre ESG

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Entidades setoriais intensificam papel orientador sobre ESG

Associações, conselhos e sindicatos de diversos segmentos já desenvolvem ações para ajudar seus representados a assimilar este tema que promete ser cada vez mais crucial 

Saber apenas que ESG tem a ver com Ambiente, Sociedade e Governança, o que já vem fazendo da sigla ASG até mais popular por aqui, não vai bastar para quem pretenda usufruir tudo que este conceito pode trazer a quem demonstre estar fazendo dele muito mais que um rótulo ou adesão por modismo.

Por compreender tal realidade, um número crescente de nomes respeitáveis do mundo associativo empresarial vem engrossando fileiras no trabalho de esclarecer suas bases sobre este novo pré-requisito mundial na busca de investimentos para tirar do chão ou turbinar projetos já no ar, porém, ainda voando lentamente e até arriscados a cair.

Tudo isso chegou a esse ponto pelo reconhecimento global dos imensos riscos e gigantesco passivo oculto alimentado diariamente por organizações pouco comprometidos com aquilo que pais e avós sempre definiram com simplicidade franciscana: "façam sempre a coisa certa, crianças".

No campo das pessoas físicas, menosprezar tais palavras tão sábias, certamente já levou muita gente a fracassar na vida, quando não, amargar longos períodos de prisão. Evidentemente, certas coisas não têm preço, como já disse uma famosa campanha publicitária. Consciência tranquila é uma delas, defende muita gente.

Mas na frieza característica do mundo dos negócios, cada vez mais tem sido mandatório no destino a ser dado ao capital dos investidores o quão ESG uma empresa realmente é.

Em outras palavras, além de olhar o seu cofre e o potencial de mantê-lo sempre o mais cheio possível, um futuro novo parceiro tende a checar por exemplo se o meio ambiente tem sido respeitado pela empresa e as obrigações com o fisco cumpridas à risca.

Mas o assunto não é tão simples, o que tem levado nomes como Anbima (Mercados Financeiro e de Capitais); Abrasca (Companhias Abertas); Amec (Investidores no Mercado e Capitais) e CNI (Comércio), a usar do respeito que desfrutam e de sua natural capilaridade, para exercer o papel de facilitadores neste processo.

São muitos os pontos a observar neste caminho, tenha certeza, e se a entidade que representa o seu setor não se encontra nesta lista - divulgada em recente reportagem da Folha de S. Paulo, fica aqui a sugestão para que você vá atrás dessa importante instância alternativa de orientação.

Afinal, se a conjuntura econômica já está difícil, só tende a piorar para quem não se mantiver confiável o suficiente sob o ponto de vista ESG, seja para obter um empréstimo aqui no Brasil, seja na hora de recorrer a um aporte financeiro vindo de fora, que pode ser decisivo à sobrevivência empresarial. 

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