Portal de notícias do profissional de crédito.

CaaS, o estilo fintech embarcado em bancos e varejos

Conteúdos ExclusivosCRÉDITO

CaaS, o estilo fintech embarcado em bancos e varejos

Instituições financeiras e redes de lojas aderem cada vez mais ao Credit as a Service, como opção de se conectar ao mercado mesmo sem ter na tecnologia seu core business

Evitar perder o rumo, na tentativa de reescrever uma história bem-sucedida até aqui, ou então montar uma estrutura complexa demais para algo apenas complementar à razão de ser do negócio. Essas são algumas explicações plausíveis para a aceitação crescente do Credit as Service no Brasil.

Com ele, mesmo quem não nasceu fintech adquire com relativa facilidade muitas das características que vêm gerando sucesso notável, em menos de dez anos, às startups que apostaram na importância de oferecer ao mercado vantagens regadas a inovação.

À medida que papelada, assinaturas presenciais, carimbos, filas e outros ícones da burocracia se aposentam compulsoriamente, face às exigências crescentes de um mercado que também vive evoluindo - a bordo de gadgets igualmente futuristas - fica difícil alguém se contentar com pouco no campo financeiro.

Outra característica que tem levado nomes respeitáveis, inclusive entre lojas varejistas das mais tradicionais, é a possibilidade oferecida pelo CaaS de personalização dos serviços prestados aos clientes, prezando sempre por valores essenciais como automatização e segurança, cenário onde a Inteligência Artificial ocupa espaço relevante.

Isto pode ser identificado claramente a partir de cada análise de crédito apoiada por IA, seja na prevenção à fraude, corrupção, lavagem de dinheiro e demais riscos que rondam as carteiras, quando se baixa a guarda nos procedimentos básicos do Know Your Customer (KYC).

A utilização de Programming Interface Application (APIs) também se destaca neste cenário, pois garante opções de infraestrutura altamente simplificadoras, caso do acesso instantâneo via login e senha já utilizados pelo cliente em alguns serviços de dados em nuvem, por exemplo.

Mas será que as fintechs não estariam enfraquecendo seu maior diferencial ao estendê-lo até mesmo a concorrentes potenciais que, originariamente, não os possui?

Tal dúvida pode ser considerada até procedente, mas perde boa parte de seu sentido se observarmos o ganha-a-ganha que o desprendimento significa nesta hora.

A começar pelas próprias startups, ao explorar uma ociosidade que, se mantida, poderia se comparar àquela história clássica de quantas vezes russos e americanos poderiam destruir o planeta com seus respectivos arsenais atômicos, algo desnecessário, frente à efetividade de fazê-lo apenas uma vez.

Os contratantes dessa artilharia competitiva poderosa, que ficaria pegando poeira em algum canto, tratam de repassá-la de forma subliminar ao mercado, sem perder o foco cuidando daquilo para o qual não foram talhados, além de ganhar fôlego renovado no combate à inadimplência.

Já o cliente, obviamente, tem renovadas suas possibilidades de obter linhas de crédito mais rápidas e melhores, em sintonia com a urgência quase sempre existente neste tipo de demanda.

Tudo isso, portanto, explica facilmente a rápida expansão do Caas por aqui, seja nos meios de pagamento, crédito, soluções administrativo-financeiras e, em alguns casos, até mesmo serviços de cobrança.

O único cuidado a tomar quando se decide por tal caminho é a contratação do parceiro certo, pois, afinal, caberá a ele pilotar aspectos vitais do êxito, qualquer que seja o empreendimento em questão.

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://infocredi360.com.br/

No Internet Connection