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A segunda onda das fintechs

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A segunda onda das fintechs

A afinidade típica do brasileiro com celular, caixa eletrônico, home banking e afins certamente muito teve a ver com o sucesso das fintechs, mas este namoro promete ir além 

Fazer transferências, pagar, receber e até pedir empréstimos sem sair do PC ou smartphone são hábitos cada vez mais arraigados na vida do brasileiro, que absorve com incrível rapidez coisas sequer presumíveis há menos de uma década.

A notável expansão das empresas que unem tecnologia e prestação de serviços financeiros, as já famosas fintechs, guarda relação direta com tudo isso.

Haja vista que as primeiras foram criadas em meados de 2013, e hoje são por volta de 1.158 fintechs no país, segundo o Distrito Fintech Report 2021.

E o que esperar agora, sob a égide de Pix, Open Banking, Open Finance e BaaS, esta última, capaz de transformar lojas em emissoras de cartões de débito e crédito, gestoras de contas correntes digitais etc.?

Todas essas novidades que têm surgido com velocidade semelhante à utilizada para facilitar a vida de empresas e suas clientelas diante disso tudo, turbinam mais ainda, sem dúvida, quem tem justamente no avanço tecnológico um dos traços marcantes de seu DNA.

No caso do Pix, por exemplo, têm toda a pinta de fintech com características como disponibilidade nas 24 horas, transações instantâneas e funções mais recentes envolvendo devolução de troco, agendamento e cobrança, por intermédio dessa ferramenta desenvolvida pelo Banco Central.

A despeito de fraudes e golpes, que tendem a ser minimizados diante do emprego também de tecnologia, assim como o próprio aculturamento da população, alertada por campanhas educativas, esses novos tempos são extremamente favoráveis para as fintechs. 

Fornecem, portanto, um pano de fundo mais do que desejável para que startups ou players do setor já consolidados aprimorem ainda mais os serviços atuais, além de criar outros, na esteira justamente de todo este aparato constantemente renovado, sob a égide de APIs (Interfaces de Programação de Aplicações), ferramentas capazes de integrar diferentes plataformas.

Em outras palavras, certamente muita novidade vem por aí, inclusive em matéria de formatos e modelos de negócios, cada vez mais ágeis, acessíveis e, claro, surpreendentes como tem sido o próprio sucesso das fintechs em nosso país.

Mas, pelo rumo dos acontecimentos, elas têm tudo para entrar numa segunda onda, e até mais promissora que a primeira.

E pensar que o 5G ainda mal chegou... 

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